sábado, 30 de maio de 2009

La politesse française

Il y a une chose très remarquable qui différencie les moeurs des peuples français et brésilien. Ceci fait quelques jours (pas beaucoup), pendant que je bavardais avec une amie, on réflechissait à la politesse des français comme en étant une des caracteristiques les plus fortes de ce peuple-là en niveau de comportement ― ce qu'on peut bientôt appercevoir, et qui les rend distingués par rapport au notre pragmatisme.
On entend dire souvent que les français sont plus froids, intimistes, et même arrogants. Et, d'autre coté, les brésiliens sont plus ouverts, amicaux, détendus etc. Mais s'il y a une chose qu'ils décidemment ont c'est de la politesse. Politesse celle-ci que nous n'avons pas, au moins non pas comme eux. Ils disent "bonjour", "excuse-moi", "s'il vous plaît" etc, tout le temps, tandis que nous... bien, on ne les dit que bien quelquefois. Cela appartient à leur culture, à leur façon d'intéragir les uns avec les autres, toujours d'une manière très polie, sans jamais en oublier.
Si on rencontre quelqu'un à la rue, soit une personne qu'on voit avec fréquence, soit une que l'on ne voit que de temps en temps, on aura probablement un comportement envers cette personne, pour la saluer et prendre une conversation, bien différent de celui qu'un français aurait s'il était dans la même situation.
L'être direct des brésiliens agace assez les français qui y vivent. Lorsque j'écoutais une interview en vidéo, un français marrié avec une brésilienne disait qu'au début de leur relation il ne pouvait pas accepter la façon trop directe des brésiliens: ils se serrent les mains, ils se touchent, ils ont une proximité étonnante...il ne faut pas attendre que la relation se developpe (ce qui peut durer des mois) pour demander le changement du vouvoiement pour le tutoiement ― comme le font les français. Non, au Brésil, on crée de l'intimité avec une personne toute inconue au métro, une personne qu'on n'a jamais vu et qui, d'un coup, devient très proche, quasiment une amie d'enfance. Ce type de proximité fait peur aux français, toujours très respectueux et polis.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Madrinha do Club de France

Na última quarta, 27, a atriz Maria Fernanda Cândido esteve em Vitória por uma razão que conto já.
Aqui isso tem valor-notícia, pois a atriz ― casada com um chef francês (Petrit Spahija), com quem tem dois filhos ― foi eleita madrinha do "espaço cultural Club de France".
Não, não venho falar de novo sobre o espaço. Basta né?! O fato em si é que vale salientar.
Quanto àquilo, há tantas perspectivas/opiniões quantas forem as impressões e os interesses das pessoas. O que não me agradou lá muito, rendeu elogios de muitos (blog "Pano pra Nanda"), principalmente a galera do mundo da moda e afins, que não deixaram passar em branco o "amadrinhamento". E, claro, não deu outra: muita gente querendo sentir o ar da graça que a beldade global deu pelos ares capixabas ― agora pretensamente mais refinado e touché pelas marcas francesas.

Vejo aqui entrevista com Maria Fernanda Cândido falando sobre a vida e tudo o mais.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

L'avenir leur appartient; quand-même, ils reçoivent les salaires les plus bas


A coisa está feia! Mas não é só aqui não. Filtro aqui post-filtro do Malini, em ensejo a uma discussão polêmica.
Os jornalistas da imprensa francesa se queixam de sua situação de trabalho, que beira a escravidão: os que trabalham na web (e "ralam" muito) ganham muito menos do que os da mídia impressa.
Para onde caminha o webjornalismo?
Mesmo a par da confluência do devir na web, os webjornalistas franceses ainda estão sob o fardo dos olhares de desprezo dos mais bem-remunerados do papel. Até quando?

Vejo Artigo no LeMonde sobre essa situação e reflito.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dans l'air

"La chute", em português simplesmente "a queda", é o nome da série fotográfica do francês Denis Darzacq. O objetivo? Não é nada mirabolante... funciona mais ou menos assim: ele usa street dancers para fazerem performances "aéreas" e captura no momento em que os corpos estão suspensos, dando a sensação de que estão em queda livre. O efeito é muito intrigante. C'est génial!
Eu vejo mais no blog da Natalia Pompermaier.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Concerto!

Aos frequentadores do Cemuni que ali fazem plantão volta e meia, ou de passagem, num momento pós-RU, aconselho a experienciar o sublime-transcendental que a música proporciona.
O pessoal do projeto de extensão "Musivamentando" vem trazer coisas legais com projeto REC: it all, agora com o mês do violão.
Por acaso, assisti hoje a uma apresentação e gostei muito — especialmente da Libra Sonatine, em violão, que é de composição do francês Roland Dyens. Eles se apresentam às terças-feiras, 12:30h, na sala 2 - Cemuni V.
Pra que prolongar o efeito de peso do RU se a música revigora, acalma, e faz-nos sair mais leves?


domingo, 24 de maio de 2009

Encerramento de Cannes 2009 hoje

Cette dernière édition du Festival de Cannes termine aujourd'hui, le 24 mai 2009. Sur la presse française j'ai pu voir des informations concernentes au résultat du festival.
L'attendu Palm D'Or de cette année est à «Le ruban blanc» de l'autrichien Michael Haneke.
De plus, le réalisateur français Allain Resnais a gagné un prix exceptionnel! Il ne faut pas oublier de voir plus.

Esta última edição do Festival de Cannes termina hoje, 24 de maio de 2009. Na mídia francesa pude ver informações referentes ao resultado do festival.
O esperado Palma de Ouro deste ano foi para "Le ruban blanc", do austríaco Michael Haneke.
Além disso, o diretor francês Allain Resnais ganhou um prêmio excepcional! Ver mais.


sábado, 23 de maio de 2009

Le téléjournalisme français paraît différent!

Costumo assistir a reportagens no TV5, e não dá pra deixar de reparar nas diferenças entre o telejornalismo de modelo francês e o brasileiro.
Aos acostumados a Jornal Hoje, Nacional, ESTV, Jornal da Band e tantos outros telejornais brasileiros, nota-se facilmente a diferença destes em estrutura em relação aos francófonos.
O que me chamou a atenção foi a locução mais acelerada dos âncoras e repórteres daqueles telejornais (os franceses). Eles falam bem mais rápido e, ao mesmo tempo, têm uma dinâmica de ênfase que dá uma certa musicalidade, de modo diferente de como acontece aqui.

Nos vídeos, dá pra perceber as peculiaridades. N'alguns casos, chega a ser hilário.



sexta-feira, 22 de maio de 2009

Le récit d'une expérience

Este blog tem tido a pretensão de mostrar coisas interessantes, abordando aspectos positivos da pátria de Molière, tanto quanto tem mostrado suas boas facetas, e um pouco — até então — (do bastante) daquilo de bom que tem a oferecer.

Porém, nem tudo são flores, sobretudo quando há quem insista em mostrar o lado não tão bom das coisas, ou então faz questão borrar as bordas de um belo quadro.

Eis o que me traz a “desflorear” as coisas e desvelar o putrefato membro de algo que foi feito tão-somente para brilhar. Muito teimaria não fazê-lo. Muito gostaria eu que fosse “autrement”, “différemment”. Bem que poderia sê-lo; se tudo pudesse continuar se delineando floreadamente, quão jubilosos poderíamos estar, e assim permanecer. Mas toda realidade, por mais mirífica que seja, tem marcas que lhe sujam a aparência, lhe corrompem a essência. E, de repente, sobre um belo afresco vem a derramar-se uma gota de vinho tinto que mancha a tela, inebria as cores, ofusca-lhe o brilho e reveste-lhe de ignomínia.

Até então, nada clarividente deve ter sido o que aqui lhes narro. Afinal, nem mesmo este autor ao presente instante está convicto daquilo que suas falanges redigem parcimoniosamente. A intenção de princípio era relatar literariamente algo de teor jornalístico. Simples intento; se logrado, porém, cabe-te a ti que me lês descobri-lo, ao longo desta inenarrável angústia que ora tento verbalizar.
Pois é...se o dever me chamava, embora não quisesse ouvi-lo, embora relutasse em atendê-lo, não teve jeito. Cedi-me à vontade, mesmo sem vontade. Meu desafio aqui é tentar ser poético e sutilmente sofisticado — algo genuinamente à francesa, diga-se de passagem —, sem, contudo, ser prolixo. E aqueles que me conhecem entendem o que intento dizer ao referir-me a dificuldade.
Às vezes, vem-me um ímpeto de apagar caractere por caractere (acho “caractere” algo tão martirizante!) do que escrevi até agora, porquanto me ocorre a sensação de que a proposta inicial passa longe do que estou a fazer aqui.
Como dito, tratava-se originalmente de um perfil/crônica, de um texto com teor jornalístico e escrita literária. Não seria nada demais, não fosse o plus da questão: o personagem dessa história não haveria de ser humano. Aqui está inserido o quase-impossível da coisa. Achar um personagem relacionado ao assunto deste blog, que não fosse humano, e sobre o qual eu pudesse apurar, sondar e então relatar...haja verve, haja espírito!
Depois de muito vagar errante à procura do que me oferecesse as características necessárias para compor meu objeto ideal, cheguei à conclusão de que não o havia encontrado exatamente.
Vitória não é dos melhores redutos de qualquer coisa que inspire França. Fato. Mas, a certa altura de minha sondagem angustiosa, deparei-me com um cartaz afixado num desses murais da Ufes. Heureca! Havia sido por um instante alguém de sorte grande, enfim — pensei. Tinha o mapa do tesouro em mãos. Só me restava localizar o “X" e ir-lhe ao encontro com todo o ímpeto que me houver.
Hã? O que divulgava o misterioso cartaz, que por um instante me parecia ter sido a solução para o que me acentuava as rugas do semblante? Ah, sim... Ele divulgava o “Espaço Cultural Édith Piaf”. E o mapa do tesouro me indicava o endereço que devia seguir.

Eu tinha que conhecer aquilo. Estava apreensivo. A respiração, ofegante. O coração, esperançoso. Meu ser, curioso, acima de tudo. O que me esperava lá? O que haveria de encantador, que fizesse jus ao nome com que foi batizado? Estava convicto de que teria muito a apurar e a descrever, de modo que em dez mil caracteres, sequer titubearia ou teria de recorrer a divagações. Louváveis anseios quiméricos!

Um espaço cultural dedicado à França nos arredores de chez moi parecia-me realmente a salvação. Foi então que descobri que o dito espaço era agregado ao Club de France, sobre o qual já ouvira rumores e até pusera post-filtro aqui semana passada. Eu de fato precisava conhecer o lugar.
Foi então na quarta, depois da aula, chamei dois amigos a ir comigo visitar o espaço. Ao chegar lá...

Bem, depois de uma certa dificuldade para encontrá-lo, na rua Celso Calmon, Praia do Canto, o primeiro contato. Seguiu-se uma sensação que não consigo descrever, lamento. É inefável, mas foi algo próximo a uma certa estranheza. Não era bem o que eu esperava ter encontrado, aliás, era extremamente diferente do que imaginara.

Qualquer edificação que se nomeia por Club remete imediatamente à ideia de algo espaçoso. Não foi, porém, o que a fachada do estabelecimento transpareceu. Aproveitando o trocadilho, até que transparente era. Havia muito vidro. A entrada era em vidro, o meio em vidro, vidro pelos fundos também havia, sem contar o segundo andar. Era uma maison de vitre.

O problema, adianto, estava na disparidade entre “ser” e “parecer”. A divulgação do espaço foi muito intensa; ganhou a grande mídia, os blogs, a mídia colaborativa, os meios alternativos de informação etc. A publicidade na divulgação não pecou. Em nada pecou, pois a existência do Club de France era conhecida de muitos, principalmente na Universidade, onde por toda parte havia cartazes divulgando-a.

Pela comunicação feita em torno do novo espaço, difícil seria achar quem não tivesse ficado pelo menos curioso em saber o que ofereceria, ou mesmo instigado a conferir o que de Paris haveria naquele lugar.

Aqui me vem à tona muito claramente uma questão de imagem. Quem trabalhou a comunicação institucional do ambiente construiu uma imagem muito sedutora e atrativa, com certeza. Mas o quão verossímil e em que medida a imagem realmente equivale à identidade daquele espaço...voilà uma coisa a se refletir.

De imagem, havia uma avalanche saltando sobre meus olhos, ainda ávidos em percorrer toda a ambience. Um simpático caminho nos conduzia da calçada da rua à fachada do estabelecimento. Caminho de pedras ladeado por um arranjo botânico vistoso e aconchegante.

À porta, junto à entrada, um segurança intimidativo desses que se põem a guardar a segurança das pessoas em eventos e cerimoniais. Terno, gravata, ar desdenhoso. Da altura de seus 1,90m, que devia ter, abriu-nos a porta de um ar servil e méprisant, como o fazem mordomos de madames francesas tal qual se vê em filmes.

Ao primeiro passo dado no interior do estabelecimento, entreolhamo-nos surpresos. Uma escada no canto direito, cujo acesso não sei para onde dava. Na verdade só fui reparar nela quando estávamos já de saída. À nossa frente, um funcionário elegantemente vestido recebeu-nos com uma voz calma e fresca. Não lhe demos muita atenção, ao que ele respondeu à altura, e continuamos a adentrar. Podíamos perceber o ar forçadamente refinado das pessoas que ali se deixavam encontrar, tendo sob os pés uma cerâmica de porcelanato que dava para ver o reflexo, tamanha polidez. Polidos tentavam ser, ou parecer, aqueles funcionários que balbuciavam entre si em baixa voz, quase aos cochichos.

Roupas e artigos de luxo já evidenciavam o que se pretendeu na divulgação ao dizer do ambiente ser um “pedaço de Paris em Vitória”. Era claro que a fatia que arrancaram da Cidade Luz foi a mais cara e opulenta. Ao espiar o preço daquelas roupas e calçados, aturdi-me e, de pronto, fez-se silêncio em meu interior. Engoli seco, e continuamos explorando o ambiente, eu com olhar atento e sem perder um detalhe.

No segundo ambiente, rodeado por uma espécie de cúpula de vidro, havia um café — o aclamado café que se dizia inspirado no famoso Café de La Paix — e mesas e cadeiras imitando um ambiente parisiense. À esquerda, uma porta palaciana de efeito decorativo, dava pra lugar nenhum, creio. Por ora, só olhávamos, percorríamos os olhos do chão em porcelanato ao pé direito suntuoso, ao estilo Grand Palais. Paredes amarelas, muitos adornos em dourado, remetendo à opulência aurífera e magnitudes imponentes.

Luxo é um adjetivo que designa categoricamente o ambiente Club de France que se nos deu a revelar com um certo glamour, mas nada que me fizesse sentir Paris. O Espaço Édith Piaf, onde estava a exposição, era o mesmo descrito acima, o mesmo do Café. Tudo em um, um tanto apertadinho, acomodando uma dúzia de quadros de Gregory Fink — um pintor inglês! Vale ressaltar que não notamos naquela mixórdia de espaços uma exposição. Atravessamos flutuantes aquele lugar até os fundos e só então nos demos conta de que passamos por "dentro" da exposição sem notá-la.
Já assentados em puro veludo de confortáveis e pomposas cadeiras, fomos abordados por um dos funcionários que se ocupava do Café (onde havia um menu com vinhos argentinos, venezuelanos, franceses etc, que tive em mãos a extasiar-me com os preços). O exótico sujeito veio-nos servir meia taça de guaraná, querendo parecer receptivo, e teve o despautério de dizer: — "Vou servir um pouquinho de refrigerante, que é pra vocês voltarem". Disparada a máxima, deu um sorrisinho forçado e retirou-se. HAHA Foi o ápice dos momentos.

Da "exposição"...notamos que não havia pretensão essencialmente artística, e, se havia, era majestosamente ocultada pela venalidade de um espaço vazio em significado cultural e repleto de artigos de luxo, cujo preço só permite o acesso dos muito ricos. Clientes? Na metade de uma tarde que permanecemos por lá, não os vimos, salvo gatos pingados que possam ter-nos passado desapercebido.

Ao que vi no primeiro andar — a comprovação de que o Club de France não ia além de uma boutique de luxo —, preferi nem me dar ao trabalho de subir os diáfanos degraus que eram alvejados por uma funcionária (vestida servilmente, botas, touca e luva — uma figura completamente destoante naquele refinado, e ao mesmo tempo hostil, lugar), rumo ao segundo andar, onde funcionava um SPA.

Soa realmente muito hipócrita divulgar à população universitária um espaço cultural numa cidade onde isso é raridade, deixando uma interrogação quanto ao “cultural” do termo. Só esqueceram mesmo de representar a cultura que a França evoca, porque na decoração, foram impecáveis. O cenário imperioso era digno da pompa.

Mas aquela Paris, ali representada, mantém discrepâncias estarrecedoras ao que creríamos uma Paris dos sonhos, que se mostra mais tangível e propensa a sair do plano onírico e ganhar o centro do deleite de pessoas mais, digamos, comuns.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Étudier journalisme à Paris serait magnifique

Pra não perder o costume, vasculhando algo relacionado a jornalismo e França na blogosfera, encontrei isto aqui.
É o blog do Rodrigo de Arauto, falando de um concurso internacional para o Centro de Formação de Jornalistas de Paris, o CFJ, que abre oportunidade de estrangeiros que dominem fluentemente o idioma francês estudarem jornalismo em Paris, e de quebra estagiar em mídias europeias e tudo o mais.

Pena que já passou a data, eu ainda não sou fluente, e não teria 15 mil euros para arcar com as despesas. Lembrando que não há instituição de ensino superior gratuita na França. =/

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Plus de régards sur le Brésil: un touriste français décrit son tour à Rio

Il est enchanté avec la ville merveilleuse. Il a vachement envie de la connaître, mais en même temps il a peur de la violence, sur laquelle il a beaucoup entendu parler. Sous deux aspects, cette ville se lui montrait: d'un côté, ses merveilleuses plages (Ipanema, Copacabana...), ansi que la chaleur du peuple, qu'on lui disait être très convivial et détendu. D'autre côté, ce qui lui faisait craigner d'y rendre visite et y faire connaissence — la violence, le trafic de drogues et une image negative qui fait peur aux touristes. Il voulait connaître, quand-même, le carnaval, le samba, la "caipirinha", témoigner l'amour que les brésiliens ont envers le football. Dans son blog, ce français qui voyage pour le monde enregistre ses expériences dans chaque pays qu'il visite, si bien que ses impressions. Dans cette page, vous pouvez voir comment a été son arrivée à Rio, son partage entre le peur d'être volé par quelqu'un et l'enthousiasme de faire vite connaissence de la ville merveilleuse. Il y raconte tout, c'est bien intéressant.


Ele está encantado com a cidade maravilhosa. Ele tem muita vontade de conhecê-la, mas ao mesmo tempo tem medo da violência, sobre a qual ele muito ouviu falar. Sob dois aspectos, essa cidade se lhe mostrava: de um lado, suas maravilhosas praias (Ipanema, Copacabana...), assim como o calor do povo, que lhe diziam ser muito convivial/receptivo e tranquilo. De outro lado, o que lhe fazia temer visitá-la e conhecê-la — a violência, o tráfico de drogas e uma imagem negativa que amedronta os turistas. Ele queria conhecer, não obstante, o carnaval, o samba, a caipirinha, testemunhar o amor que os brasileiros têm pelo futebol. Em seu blog, esse francês que viaja pelo mundo registra suas experiências em cada país que visita, assim como suas impressões. Nesta página, você pode ver como foi a chegada dele no Rio, sua divisão entre o medo de ser roubado por alguém, e o entusiasmo de conhecer logo a cidade maravilhosa. Aqui ele conta tudo, é bem interessante.