Do blog Patch&Arte, na tag do Ano da França no Brasil,
"O Mobile Homme apresentado pela Companhia de Teatro de Rua Transe Express é um espetáculo itinerante e aéreo que já percorreu diversas cidades no mundo inteiro . Atração inédita em Curitiba integra proeza, artes plásticas e música. A apresentação ocorrerá no dia 1º de agosto, às 18h, em frente ao Palácio do Governo no Centro Cívico de Curitiba".
Incrível, não!? Hoje às 18h espetáculo itinerante aéreo. Muito louco!!! Ainda dá tempo de pegar um avião e chegar em tempo de ver o espetáculo. Fikadika! hahaha.
No mesmo blog, li um monte de coisas legais sobre as atividades do Ano França.Br 2009.
Vous rappelez-vous de la Maison France-Brésil? non? celle à laquelle j'avais fait référence autrefois, lorsque j'écrivis ici sur une exposition photographique à Rio. Le texte est celui-ci.
Bon, bah, la vidéo que je voudrais montrer, je ne vous la montrerai pas, car je n'ai pas atteint la rejoindre ici, quand-même. Elle raconte l'histoire de la Maison France-Brésil d'une manière ludique et détandue. Pourtant, pour ne pas perdre le tour, je remarque le blog ImagesetVisions, où on parle déjà de cette exposition-là, sous le point de vue d'autrui. D'autres curiosités ici!
Não tendo podido embedar o vídeo, aqui vai o link dele. Clicando, conhece-se a história da Casa França Brasil contada de forma lúdica, como dito acima. ;) À plus!
A partir do próximo dia 12, a cidade de Brasília será movimentada por exposições e oficinas de grafite — mais um reflexo das atividades culturais do Ano da França no Brasil. A arte urbana escolheu a capital federal para reunir grafiteiros de ambos os países no evento "O Encontro", que vai até 24 de julho. O blog "Além das Paredes" dá mais detalhes.
À la recherche sobre graffiti, descobri que, em italiano, é plural de graffito e data do Império Romano — creia! —; nomeia inscrições caligrafadas ou pintadas que eram feitas nas paredes, logicamente não construídas para esse fim. Hoje considerado uma expressão do campo das artes visuais (mais especificamente da street art, ou arte urbana, cujo objetivo é aproveitar os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para intervir na cidade), até pouco tempo atrás ao graffiti não era dada devida importância — tanto que era tido simplesmente como mera contravenção; comparado à pixação. A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
O longa "Verônica" está entre os filmes concorrendo a prêmio no festival
Se a França vem a nós com todo seu charme neste ano, podemos dizer por outro lado que a recíproca é sim verdadeira! Isso porque depois do Ano do Brasil na França (2005), que deixou os franceses com gostinho de "quero mais", as representações brasileiras da sétima arte ganharam os cinémas de Paris na décima primeira edição do Festival du Cinéma Brésilien de Paris, entre 29 de abril e 12 de maio. Entre ficção e documentários, ao todo o festival conta com a exibição de 30 filmes. Na primeira semana, serão exibidos os longa-metragem ficcionais, e a partir do dia 6 de maio é a vez dos documentários. Dentre os temas homenageados deste ano, tem destaque a bossa nova, que completa meio século. E também, é claro, um júri profissional vai eleger e premiar os melhores longas, nas categorias melhor filme, melhor ator e melhor atriz. Destaque para os documentários "Coisa mais linda - Histórias e Casos da Bossa Nova", de Paulo Thiago, "A Casa do Tom", de Ana Jobim, e "Vinícius", de Miguel Faria Jr. A bossa também estará presente na competição de filmes de ficção em obras como "Os Desafinados", de Walter Lima Jr, uma crônica do Brasil dos anos 60 e 70 através da história dos músicos de um grupo de bossa nova, ou "Chega de Saudade", de Laís Bodanzky, que conta as histórias de um salão de baile de São Paulo que serve de ponto de encontro para homens e mulheres que dançam para fugir da solidão. "Feliz Natal", de Selton Mello, "Meu Nome Não é Johnny", de Mauro Lima, "Se Nada Mais Der Certo", de José Eduardo Belmonte, "Um Romance de Geração", de David França Mendes, "Todo Mundo Tem Problemas Sexuais", de Domingos Oliveira, e "Verônica", de Maurício Farias, completam a seleção em competição. "Palavra (En)Cantada", de Helena Solberg, terá no dia 12 de maio a honra de encerrar o Festival, no qual a música será também a protagonista principal com a participação de grandes músicos e cantores brasileiros.
Na procura por um olhar analítico dos clássicos, dê uma olhada no blog da Patrícia.
20. Estudante de Jornalismo. Mais um ator social em construção; uma voz a mais na blogosfera a dizer "desculpe o transtorno, estou em obras" com a missão de fazê-la ecoar de algum modo; a aventurar-se num universo que acabo de descobrir interessante... um alguém à francesa. Enchanté!