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domingo, 18 de outubro de 2009

Le combat aux épidémies

Juste pour commenter...
Inusitado. Talvez um bom adjetivo pra exposição que será aberta a convidados amanhã no RJ. Depois de ter feito sucesso em Paris, é a vez do Brasil vislumbrar tão curioso tema; quão impactante as epidemias foram na sociedade ao longo da história. C'est ludique et intéressant.
A exposição ficará em cartaz no Centro Cultural de Ação da Cidadania, no bairro da Saúde, RJ, desta terça-feira até o dia 24 de novembro.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"Prenez soin de vous"

Como diz o presidente do Comissariado Brasileiro do Ano França.Br, Danilo Santos de Miranda,
"Sophie Calle é uma das artistas mais importantes da cena contemporânea francesa e mundial..."
Na exposição — apresentada em diversas plataformas multimídia —, a artista plástica traz à tona reflexões pertinentes sobre a vida contemporânea, as relações humanas entre os âmbitos público e privado. Suscita questões. Indaga. Propõe. Instiga.
Levanta uma multiplicidade de questões e perspectivas em foco num tema de tamanha relevância, que é as relações entre as pessoas. E, com isso, leva-nos a salutar reflexão da vida como ela é, com seus pluralismos, [a]diversidades e tudo o mais que a permeia.
Intitulada "Cuide de Você", a exposição de Sophie Calle está aberta à visitação até 07 de setembro no museu Sesc Pompeia - SP, e de 22 de setembro a 22 de novembro no museu de arte moderna de Salvador.
O vídeo faz ter uma noção mais ampla do que seja.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

L'oeuvre de Jean Dubuffet à SP

A de Jean Dubuffet é a exposição da vez, em São Paulo, até o feriado da Independência Nacional.
Conspícuo artista da segunda metade do século XX, Jean Dubuffet tem sua obra reconhecida e admirada em uma retrospectiva que marca toda a trajetória artística e evolução das obras do artista. A iniciativa de trazer Jean Dubuffet a São Paulo foi do Instituto Ohtaque, onde a exposição se faz ver até o 7 de setembro.
Primeira exposição de Dubuffet integralmente a ele dedicada em solo Latinoamericano, a mostra reúne 84 obras vindas da Fundação Dubuffet, em Paris. Conforme o presidente do Comissariado Brasileiro do Ano França.Br, Danilo Miranda,
"Jean Dubuffet foi um artista seminal e ele traz por ocasião do Ano da França no Brasil uma contribuição absolutamente indispensável para que a gente possa compreendê-lo, pela beleza, pela cor, pela simplicidade do seu traço".
A originalidade do artista contemporâneo lhe permitiu criar um estilo bem genuíno, a que chamam "art brut" (arte bruta). A liberdade e a criatividade no fazer artístico do francês Dubuffet são também marcas características chez lui.
No que depender da definição do Conselheiro de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França, Pierre Colombier, não restam dúvidas de que a exposição retrospectiva em pauta seja deveras formidável. Nas palavras de Colombier:
"É um dos eventos mais importantes do Ano da França no Brasil, é uma exposição magnífica. Jean Dubuffet foi um artista muito importante para a segunda metade do século XX, sua criatividade e liberdade foram marcantes. Toda essa criatividade e abertura são o símbolo do Ano da França no Brasil".
Galgo em terrenos mais densos e em perspectiva crítica/analítica sobre esse assunto no blog Leituras Favre. C'est conseillée la lecture. (:

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Graffiti — O Encontro


A partir do próximo dia 12, a cidade de Brasília será movimentada por exposições e oficinas de grafite — mais um reflexo das atividades culturais do Ano da França no Brasil.
A arte urbana escolheu a capital federal para reunir grafiteiros de ambos os países no evento "O Encontro", que vai até 24 de julho. O blog "Além das Paredes" dá mais detalhes.

À la recherche sobre graffiti, descobri que, em italiano, é plural de graffito e data do Império Romano — creia! —; nomeia inscrições caligrafadas ou pintadas que eram feitas nas paredes, logicamente não construídas para esse fim. Hoje considerado uma expressão do campo das artes visuais (mais especificamente da street art, ou arte urbana, cujo objetivo é aproveitar os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para intervir na cidade), até pouco tempo atrás ao graffiti não era dada devida importância — tanto que era tido simplesmente como mera contravenção; comparado à pixação.
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Verger soteropolitano

O fotógrafo francês Pierre Verger "a tombé d'amoureux" (caiu de amores) pela Bahia. Em sua obra fotográfica, a negritude é tema constante. E sua história de vida...que história!
Largou Paris e a vida que tinha —­ e que nunca lhe agradou — e lançou-se no mundo a fotografar, fotografar. África e Brasil conquistaram o fotógrafo (e antropólogo), fazendo-o fascinado pelos povos de descendência africana. A Fundação que tem seu nome leva a conhecerem-no melhor os que só ouviram falar nele.
No blog Leões e Cordeiros, mais sobre vida e obra de Verger...et plusieurs bonnes photos.